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Relacionamentos Abusivos e a Realidade Brasileira

Relacionamentos Abusivos e a Realidade Brasileira

In Portuguese

Num contexto da psicologia clínica, temos discutido
ostensivamente tais questões desde o ano de 2012,
quando o Presidente Lula, sanciona a Lei Maria da
Penha, sendo um instrumento legal dos mais eficazes
no combate à violência contra a mulher comparando
com outros países.
Relacionamentos abusivos são considerados violência
contra a mulher.
Neste conceito propusemos considerar a aplicação
clínica de que as relações entre mulheres e homens
têm sido desiguais desde que a história passou a ser
contada por homens e criadas as regras masculinas de
expectativas de padrões comportamentais femininos.
Quando não cumpríamos com as regras e expectativas
masculinas, éramos submetidas a todo tipo
“correções” apresentadas de maneiras sutis e outras
vezes claras e um tanto punitivas e vulnerabilizadoras.
Compreendemos que nas famílias latino-americanas,
incluindo as brasileiras, tenhamos esse contato com um
ambiente abusivo e explorável no contexto
psicoterápico.
A convivência inicial com a família abusadora é via
de regra o modelo de relacionamento que buscamos.
A proposta na atuação clínica junto das questões
sexuais é uma conversa inicial sobre o tema em prol da
busca da autonomia e autoeficácia das mulheres em
busca de relacionamentos menos tóxicos. A aplicação
destes conceitos na psicoterapia focada na sexualidade
se mostra importante para a modificação dos formatos
de relacionamentos diádicos com a manutenção de
relacionamentos sexuais que sirvam aos indivíduos e
não se baseie na reprodução das relações de poder dos
modelos das familiais de origem que apontam para
facilitar a existência de queixas sexuais.
Palabras clave: couples’ therapy, sexual violence,
gender violence
Conflicto de interés y declaración de divulgación:
Ninguno

Speakers: Carla Zeglio